a experiência humana só terá sentido se algo para lá do humano vier em nossa ajuda, em nosso socorro. o nosso drama é que a única coisa que desse género ou natureza parece poder vir é a morte, a nossa própria morte.

24 de setembro de 2007



Tenho algumas dúvidas de que estas palavras me possam ajudar a compreender algo.
Por exemplo, faltam-me as palavras-chave.

As palavras-chave são fundamentais.

Eu não preciso de compreender mais nada.

O problema é outro.

É que nada daquilo devia ter acontecido.




4 comentários:

  1. não... é uma forma de ir buscar força para não cair no abismo! é aquele, "eu tenho que reagir, eu tenho que sair desta ,eu tenho... eu tenho e eui tenho."

    obrigada pela visita, um beijo e bom fim de semana

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  2. ....

    pois.


    :,o(



    abraço,
    ainda.


    x

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  3. ...---...

    (acho que já não estás aí)

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  4. Joaquim, nunca cheguei a entregar-te o meu texto...


    Efémera

    Correm dentro de mim essas águas de céu e mar,
    Aquela doce areia com que escreveste no céu o meu nome.
    Somos todos estes pequenos diamantes em bruto,
    Prontos a lapidar
    E dói, simples ausência de ser…
    Ás vezes mais vale não voltar.
    Ás vezes mais vale esquecer,
    Que um dia seremos todos a mesma nuvem
    A chover na face de uma criança.

    Não tem mal,
    A morte é uma flor, pelo menos é o que dizem…
    Pois eu agora respondo,
    Até as rosas têm espinhos.

    Mas não tem mal,
    Até eu sei ver que além do mar a navegar
    Também há fins sem reinício…
    Também eu me senti terminar.

    A morte é um desses doces poemas,
    Dos quais bebemos a pureza da 1ª vez.
    É uma dessas estrelas de fogo por eclodir.
    Olha para o céu,
    Desenha-o nos teus olhos numa noite de luar.
    Todos somos Deuses de vez em quando...


    E não tem mal porque,
    Afinal,

    A morte é uma flor…


    Diana Giestas

    Abraço *

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