a experiência humana só terá sentido se algo para lá do humano vier em nossa ajuda, em nosso socorro. o nosso drama é que a única coisa que desse género ou natureza parece poder vir é a morte, a nossa própria morte.

9 de junho de 2006

A beleza do mundo cansa-me mais agora. E não é a beleza do mundo, que o mundo não é belo. O que me cansa não é nem a beleza nem o mundo. É a solidão. O que me cansa é a tresloucada solidão que existe numa porção exacta de beleza, de beleza do mundo.

2 comentários:

  1. Não acho a solidão cansativa. Acho-a perigosa.

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  2. ...não podemos viver sem a solidão, uma inevitabilidade (...existencial)

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